9.º ano de catequese

Foi criado este espaço para a catequese o 9.º ano da Paróquia da Torreira... Diverte-te, conversa, reza, partilha, fala de ti e dá sugestões!

Depois de ter ido a Fátima, Kirstin Holum, esperança  da patinagem no gelo, abandonou a carreira para se dedicar à religião.


Nos Jogos Olímpicos de Nagano, no Japão, em 1998, a patinadora Kirstin Holum foi eleita uma das grandes esperanças da patinagem de velocidade americana. A atleta posicionou-se em sexto lugar na prova dos 3000 m em velocidade, um resultado que não seria muito surpreendente, não fosse a atleta então uma jovem de 17 anos, numa modalidade em que os atletas de topo normalmente já se aproximam dos 30 anos. Nesse ano, a alemã Gunda Niemann-Stiermann, de 32 anos, foi a vencedora da medalha de ouro.
Apesar do sucesso e das enormes esperanças que nela estavam depositadas, a velocista que deslumbrara o mundo desportivo pôs de lado a patinagem no gelo e dedicou a sua vida à religião. Ao Yahoo! Sports, a atleta afirmou que, após uma visita ao Santuário de Fátima, sentiu "um chamamento incrivelmente forte" que a levou a aplicar-se nos estudos, que incluem a realização de uma dissertação sobre as Olimpíadas para o Instituto de Arte de Chicago, e a juntar-se, em 2002, às Irmãs Franciscanas da Renovação, que se dedicam à caridade, à evangelização e à acção social junto dos mais desfavorecidos.
A irmã Catherine Mary, como é agora conhecida, começou o serviço religioso no Bronx, em Nova Iorque, de onde seguiu para Leeds, na Inglaterra. A antiga patinadora olímpica vive agora no Convento de S. José, em Nova Iorque.
Kirstin Holum, que tem agora 29 anos, é filha da antiga patinadora olímpica Dianne Hollum, vencedora da medalha de ouro nas olimpíadas de 1972, que a iniciou na patinagem no gelo e a treinou na especialidade
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