9.º ano de catequese

Foi criado este espaço para a catequese o 9.º ano da Paróquia da Torreira... Diverte-te, conversa, reza, partilha, fala de ti e dá sugestões!

Taizé - Encontro Ibérico de Jovens no Porto

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

No Carnaval de 2010, entre 13 e 16 de Fevereiro, vão reunir-se no Porto milhares de jovens para procurar juntos as fontes da alegria, através de:

- uma experiência de hospitalidade proporcionada pelas famílias da Invicta;
- da beleza de uma comunhão com Deus celebrada em orações comunitárias;
- da descoberta de iniciativas que visam dar um rosto mais humano à sociedade;
- do encontro com jovens vindos de horizontes muito diversos;
- da reflexão bíblica e sobre a relação da fé com temas sociais, culturais ou artísticos;
- de uma vivência concreta em Igreja, em espírito de simplicidade, partilha e acolhimento.


Tens em ti vontade de participar?

O encontro é para jovens com mais de 17 anos,
acolhidos em casas de famílias do Grande Porto;
Os que têm 15 ou 16 anos podem participar no encontro desde que venham acompanhados por uma pessoa com mais de 20 anos;

Todos devem trazer um pequeno colchão e saco-cama;
A contribuição pedida cobre os custos das refeições, transportes e diferentes despesas relacionadas com o encontro será de 40 euros por jovem, sem contar com o almoço do primeiro dia e o transporte da Torreira - Porto e Porto - Torreira.

A data limite de inscrição é 15 de Janeiro;

Contacta os teus catequistas: 234831088 ou escreve no comments a tua vontade de participar e fala com os teus amigos. Se os teus pais não te deixarem ir, não deixes de falar connosco;

Para ajustar outros pormenores, marcamos um encontro na nossa Igreja Matriz:
6 de Janeiro, às 21:30...

Um mensagem de Santo e Feliz Natal!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Hoje nasceu o rebento de Deus: Jesus Cristo.
O mundo festeja com cor, luzes e alegria o maior presente que Deus podia ter concedido, já que o Seu Filho manifestou ao Homem a plenitude da vida divina, a grandeza do amor sem limites e um olhar de esperança cativadora.
Depois do que Deus fez por nós (enviar Jesus), muitos não querem aceitar o milagre do amor e criam o inverso: guerras, assassínios, discórdias, ciúmes, richas, inimizades, injustiças, etc.
Existem, porém, outros que o acolhem no coração: somos nós, a Igreja reunida num altar simples.

Para terminar, a nossa mensagem e o nosso desafio finais: aceitar Jesus Cristo que ama-nos apaixonadamente...

Anjo

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Senhor, ajuda-me a encontrar sempre um anjo que traga a tua luz à minha vida.

Que seja capaz de dar vida nova aos meus sonhos sempre que o fracasso me ameaça.

Senhor, ajuda-me a encontrar um anjo… não precisa de ter asas... basta que tenha um coração capaz de me fazer voar no céu do teu amor.

Senhor Jesus, Tu vês o curso dos meus passos,
conheces os labirintos onde me procuro
e dás conta das brechas que dividem os meus dias.

Reconcilia-me com as minhas próprias fragilidades.
Não permitas que eu me acomode a uma existência dispersa,
sem um sentido e uma força que mobilizem e unifiquem
o meu projecto de vida.

Deixa, Senhor, que eu entenda onde está o meu horizonte,
que eu perceba os meus secretos desejos,
que eu reconheça onde está a minha verdade.

Vem, Senhor, dar luz ao meu caminho e alimenta a minha vida
na procura da tua plenitude.

Muitos males da nossa época resultam de que não gastamos tempo em estar connosco mesmos, com os outros homens e com a natureza.
Os homens possuem a capacidade de pensar, mas não têm tempo de exercitar o pensamento.
Poderiam pesar com sossego no seu coração as palavras, os gestos e os acontecimentos: crescer por dentro. Mas falta-lhes tempo.

Seriam capazes de trocar sorrisos e de se ajudarem, de fazerem amigos, mas dedicam-se a outras coisas.
Os homens correm.
Meteram-lhes na cabeça que tinham de produzir. Forçam-nos a produzir. Talvez suceda que para sobreviver neste género de sociedade se torne necessário correr…

Mas ninguém repara em que aquilo que estes homens-que-correm produzem é cada vez menos… humano? (De resto, mal acontece um pequeno progresso tecnológico são despedidos milhares deles, porque aquilo que faziam são coisas que uma máquina pode fazer). Acontece que esta descida de nível se nota nas leis, nos livros, nas canções…
Inventou-se o computador. E chegámos a pensar que teríamos mais tempo para viver, pois faríamos mais depressa os mesmos trabalhos. Mas não: o tempo que se poupou foi imediatamente aplicado em produzir mais…
Outrora, o homem tinha o seu pequeno reino – talvez pobre – onde era senhor. Crescia por dentro, dono de ser quem era, domando uma terra que lhe resistia, amparando-se em quem tinha ao lado, forjando laços, acariciando cordeiros e oliveiras, ouvindo Deus no vento, aquecendo-se ao fogo do lar.

E fazia canções e danças. E eram cheios de sentido as festas e os Domingos e as palavras.
O homem não é agora de lugar nenhum. Não tem ligação à terra. Não vive com os outros. Cria e quebra laços com a facilidade resultante de esses laços não terem chegado a ser exactamente laços, por lhes faltar conteúdo. É superficial em tudo. Corre…
É uma peça dentro de uma engrenagem que não é humana. Não tem o seu reino. É, antes, forçado a buscar emprego como quem pede esmola. Será substituído ou eliminado – como agora pretendem com a eutanásia - assim que deixar de ser produtivo.

Trocou o seu senhorio por meia dúzia de atractivas comodidades, oferecidas por quem lhe chupou o suco. Disse qual era o seu preço e vendeu-se.
Esvaziou-se. E ao esvaziar-se perdeu o sentido de todas as coisas. Transformou o Natal em festa da família, e a família em antro de egoísmos. Do amor guardou apenas o prazer, desconhecendo agora que coisa seja amar. E, por ter perdido o amor, olha baralhado para si mesmo e pergunta pelo sentido da vida.
Mas o homem tem também a capacidade grande de analisar e de escolher. O homem não é um rio: pode regressar a lugares que ficaram atrás e apanhar do chão qualquer coisa que deixou esquecida à beira da estrada.

Se voltarmos a entrar dentro de nós mesmos, é certo que teremos de novo as cores de antigamente. É certo que se abrirão caminhos de que já não nos lembramos.
Não podemos mudar tudo de um dia para o outro, mas há passos que podemos dar. Podemos cortar naquilo que no trabalho é exagerado, prescindir de certas comodidades (depressa compreenderemos que não nos eram necessárias), forçar-nos a tempos de sossego connosco mesmos, com os que amamos, com a natureza. Calar a televisão. Podemos descobrir o silêncio e tudo o que ele tem para nos dar. Podemos ler. E dar um passeio – só com o objectivo de passear – embora nas primeiras vezes nos sintamos a gastar tempo inutilmente.
E podemos experimentar a sério ouvir os outros. Ouvi-los mesmo, com interesse verdadeiro em saber o que têm dentro, como quando namorávamos e cada palavra tinha a importância de um monumento.

Fotos da Caminhada de Advento

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Apresento as fotos de todos a construir o presépio da Igreja.
Espero que gostem!

“O ontem já faz parte da história; o amanhã é um mistério; o hoje é uma prenda… e é por isso que lhe chamamos PRESENTE”! …
Paro, Senhor, na leitura deste pensamento de um autor desconhecido e descubro que, à sua luz, o meu dia poderá ter outro sentido; este dia de semana é, de facto, um PRESENTE da tua divina generosidade…
Um presente que, no entanto, tenho de libertar dos seus laços e papéis, para que me surpreenda a beleza de quanto me ofereces.
Um presente que revela quanto me queres e quanto me conheces, mesmo que não corresponda à minha infantil expectativa.
Um presente que não pode esgotar-se no prazer pessoal da contemplação ou do usufruto, porque tudo o que dás é para ser posto na mesa fraterna…
Neste momento de desembrulhar as horas, acolhe o meu olhar agradecido: Obrigado, meu Senhor!...

Hoje, Senhor, quero te dar graças pelo dom dos amigos.
Sei que por meio deles te tornas presente à minha vida. Reconheço-te, tantas vezes, no seu amor gratuito, na sua presença alegre e incondicional, no modo como tornam firmes os fios que estremecem. Reconheço-te num postal que chega ou num email inesperado. Reconheço-te do outro lado do telefone, a acenar-me na rua, naqueles dois dedos de conversa que nos permitem sermos nós próprios.
No rosto dos nossos amigos, brilha a luz do Teu rosto, Senhor.

Quero viver como Tu, Jesus.
Quero ser capaz de seguir as Tuas pistas de vida,
Mas apego-me às minhas túnicas
E até penso que não posso viver sem elas.
E procuro segurança naquilo que sei,
Naquilo que tenho,
Nos meus caprichos…
Que só Tu conheces.
Quero estar desamarrado, ser livre
Não me apegar às coisas,
Para que não se tornem donas de mim…
Mas para isso preciso de estar mais cheio de Ti,
Mais perto dos Teus filhos necessitados,
Mais atento à tua mensagem,
Mais convencido de que só Tu nos enches,
Nos acalmas as ansiedades e os desejos.
Quero deixar-me ensinar por Ti,
A olhar, a gostar, a escutar
A contemplar, a admirar, a agradecer,
A surpreender-me, a necessitar menos coisas,
A provocar encontros, a fazer festa,
A celebrar a vida, a Amar como Tu.
Quero gozar da Tua presença no silêncio
E esvaziar-me para deixar que Tu me enchas totalmente.

Sofonias prega em Jerusalém na primeira fase do reinado de Josias (séc. VII a.C.). Manassés, o Rei anterior tinha feito alianças com povos estrangeiros, o que, perigosamente o tinha feito negar a sua cultura, a sua religião e a sua fé. Apesar das reformas de Josias, ainda havia práticas de misticismo e de magia que se faziam sentir… O profeta, no entanto, manifesta confiança…esse tempo em que o povo se afastou de Deus está a terminar…porque Deus não guarda rancor e perdoará todas as infidelidades.

Continuamos a ler a carta de Paulo aos Filipenses. Esta semana, estamos já numa parte do escrito que desenvolve algumas orientações práticas para a vida da comunidade: convite à alegria, porque Deus está próximo; convite ao compromisso de vida, com atitudes muito práticas.

O Evangelho traz consigo uma pergunta chave: “Que devemos fazer?” João Baptista responde: todos devem ter mais sensibilidade para com quem nada tem e partilhar; os publicanos (cobradores de impostos) devem ser honestos, limitar-se ao seu ordenado, e não se aproveitar do seu poder; os soldados são convidados a deixar a violência.A revolução da semana passada continua…e só quem entrar nela terá, de facto, disponibilidade para receber a mensagem e a pessoa de Cristo.

Férias de natal - actividades de catequese

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Já falta pouco para as aulas acabarem. Não queremos estar à margem das férias. Alguns vão ter com as famílias para fora da Torreira. Outros não têm que fazer. Poucos fazem alguma coisa que os preencha plenamente.
A nosso proposta para as férias é encontrarmo-nos para jogar futebol ou andar de bicicleta.
Livre a todas as sugestões e opiniões!

Escrevam no comments quando estão disponiveis, o tipo de desporto ou actividade que queiram fazer em grupo e outras informações que ajudem a criar este projecto de férias de natal, no convivio com todos.

Os catequistas.

Deste texto do Irmão Alois, de Taizé, qual a frase que gostas mais? Escreve no comments.

Et si le temps de l’Avent venait renouveler l’espérance en nous ? Non pas un optimisme facile qui ferme les yeux sur la réalité, mais cette espérance forte qui jette l’ancre en Dieu et qui permet de vivre pleinement dans l’aujourd’hui.

E se o tempo de Advento viesse renovar em nós a esperança? Não um optimismo fácil, que fecha os olhos à realidade, mas esta esperança forte que se ancora em Deus e que permite viver plenamente o momento presente.

O ano cristão começa com o Advento, tempo de espera. Porquê? Para nos revelar a aspiração que nos habita e para a aprofundar: o desejo de um absoluto, para o qual tende cada um com todo o seu ser, corpo, alma, inteligência, a sede de amor que arde em cada um, da criança à pessoa de idade avançada, e que a maior intimidade humana não pode apaziguar completamente.

Vemos frequentemente esta espera como algo que nos falta ou como um vazio difícil de assumir. Mas, longe de ser anormal, ela faz parte da nossa pessoa. É um dom, conduz-nos a abrirmo-nos, orienta toda a nossa pessoa para Deus.

Ousemos acreditar que o vazio pode ser habitado por Deus e que já podemos viver a espera com alegria. Santo Agostinho ajuda-nos quando escreve: «Toda a vida do cristão é um santo desejo. Deus, ao fazer esperar, alarga o desejo; ao fazer desejar, alarga a alma; ao alargar a alma, ele torna-a capaz de receber… Se desejas ver a Deus, já tens fé.»

O irmão Roger gostava muito deste pensamento de Santo Agostinho e é neste espírito que rezava: «Deus que nos amas, quando temos o desejo de acolher o teu amor, este simples desejo já é o começo de uma humilde fé. Pouco a pouco acende-se uma chama no mais profundo da nossa alma. Pode ser frágil, mas é uma chama que está sempre a arder.»

A Bíblia destaca a longa caminhada do povo de Israel e mostra como Deus lentamente preparou a vinda de Cristo. O que na Bíblia é apaixonante é o facto de narrar toda a história de amor entre Deus e a humanidade. Começa com a frescura de um primeiro amor, depois vêm os extremos e mesmo as infidelidades. Mas Deus não se cansa de amar, ele procura sempre o seu povo. De facto, a Bíblia é a história da fidelidade de Deus. «Acaso pode uma mulher esquecer-se do seu bebé? Ainda que ela se esquecesse dele, eu nunca te esqueceria» (Is 49,15).

Ler esta longa história pode despertar em nós o sentido das maturações lentas. Por vezes desejamos tudo, no imediato, sem ver o valor do tempo de maturação! Mas os salmos abrem-nos uma outra perspectiva: «O meu destino está nas tuas mãos, Senhor» (Sl 31,16).

Saber esperar… Estar presente, simplesmente, gratuitamente. Ajoelhar-nos para reconhecer, até com o corpo, que Deus age de forma muito diferente do que imaginamos. Abrir as mãos em sinal de acolhimento. A resposta de Deus surpreende-nos sempre. Ao prepara-nos para o Natal, o Advento prepara-nos para acolhê-lo.

Mesmo se nem sempre conseguimos expressar com palavras o nosso desejo interior, fazer silêncio é já a expressão de uma abertura a Deus. Durante este período do Advento, lembramo-nos que o próprio Deus veio, em Belém, num grande silêncio.

O vitral da Anunciação, que se encontra na igreja de Taizé, mostra-nos Nossa Senhora totalmente recolhida e disponível: ela fica em silêncio, esperando que se realize a promessa do anjo de Deus.

Do mesmo modo que a longa história que precedeu Cristo foi o prelúdio da sua vinda à terra, também o Advento nos permite cada ano fazer uma abertura progressiva à presença de Cristo em nós. Jesus discerne a nossa espera como um dia discerniu a de Zaqueu. Tal como a ele, diz-nos: «Hoje tenho de ficar em tua casa.» (Lucas 19,5)

Deixemos nascer em nós a alegria de Zaqueu. Então nossos corações, como o seu, abrir-se-ão aos outros. Zaqueu decide dar metade dos seus bens aos pobres. Hoje sabemos que uma grande parte da humanidade tem necessidade de um mínimo de bens materiais, de justiça, de paz. Durante o tempo de Advento, haverá na nossa vida alguma acção de solidariedade que possamos assumir?

Os textos lidos na liturgia durante o Advento expressam um sonho de paz universal: «uma grande paz até ao fim dos tempos» (Sl 72,7), «uma paz sem limites» (Is 9,6), uma terra onde «o lobo habitará com o cordeiro» e onde não haverá mais violência (Is 11,1-9).

São textos poéticos que despertam, no entanto, um ardor em nós. E vemos que «a paz sobre a terra» pode germinar nos actos de reconciliação que se realizam e na confiança mútua. A confiança é como um pequeno grão de mostarda que cresce e, pouco a pouco, se torna na grande árvore do reino de Deus por onde se estende uma «paz sem limites». A confiança sobre a terra é um humilde começo da paz.

Taizé. http://www.taize.fr/pt_article9501.html

O texto da primeira leitura é atribuído ao profeta Baruc e refere-se ao tempo do Exílio na Babilónia.
Todo o livro deste profeta se resume a uma exortação à reconciliação com Deus, na certeza de que a misericórdia de divina tudo renova. É preciso deixar o pessimismo e ter esperança em Deus.

A segunda leitura é mais uma vez retirada de uma Carta de Paulo. Desta vez à comunidade de Filipos, um grupo de Cristãos de quem Paulo se sentia próximo porque sabia que se preocupavam com ele. Escreve-lhes da prisão, e começa por agradecer todo o apoio que lhe têm dado. Pede-lhes sobretudo que não deixem de crescer, focando sobretudo a Caridade, o que nos faz pensar que também eles tinham algumas divisões…

O Evangelho desta Semana é retirado do Texto de Lucas. Este autor tem a particularidade de referir muitas personagens históricas, identificáveis pelos leitores do seu tempo, não para fazer um relato histórico preciso, mas para dizer que a vinda de Cristo aconteceu mesmo, foi real, num tempo e num espaço concretos. O texto de hoje centra-se na figura de João, o Baptista. Esta figura, chamada a pegar um “baptismo de penitência”, prepara a vinda de Cristo, tentando provocar uma autêntica revolução das mentalidades. Só se as pessoas mudarem a sua forma de pensar e de agir é que poderão entender e acolher Jesus, se isso não acontecer, Ele vai-lhes passar ao lado. Para falar desta revolução, cita o profeta Isaías.

- Envolvemo-nos na Igreja, na Sociedade, na política… para podermos fazer ouvir a nossa voz e mudar alguma coisa?
- Só acolhe Jesus Cristo quem não lhe reage. Viver à imagem de Cristo é ser capaz de amar e compreender toda a gente. Estamos zangados com alguém?
- A Igreja deve ser missionária, no sentido de, constantemente, pregar e testemunhar o Evangelho. Aliás, João é imagem de todos os pregadores… A nossa comunidade é assim? Estamos conscientes que o nosso Baptismo nos chama a Evangelizar os espaços em que vivemos? O que podemos fazer?

Desafio 1

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Para a primeira semana do ADVENTO os desafios que podes cumprir são:



1.º Enviar um SMS a alguém conhecido com a seguinte mensagem: JESUS CRISTO.



2.º No COMMENTS completa a mensagem do SMS que enviaste. Exemplo: JESUS CRISTO vai nascer!





Todas as manhãs acordamos e muitos de nós partimos para um dia intenso de trabalho e actividade. Alguns centram-se nas suas casas, repartindo as tarefas do costume. Outros continuam mergulhados na solidão dos dias.
Não nos deixes, Senhor, perdidos na rotina do nosso quotidiano. Permite que cada um encontre um sentido no seu agir, um particular gosto nas suas tarefas, por mais simples que sejam.
Bem sabemos que muitas vezes não nos é permitido escolher o que fazer.
Ajuda-nos, Senhor, a escolher como viver o nosso dia-a-dia.
Porque podemos escolher fazer o bem que nos é possível. Porque podemos procurar, sem descanso, o bem dos que nos rodeiam, daqueles que são a razão de ser das nossas profissões ou do nosso agir.
Ajuda-nos, Senhor, a querer construir, com as nossas mãos, bons dias para todo o mundo.

Tu disseste, Senhor,
“Eu sou a porta,
Se alguém entrar por mim estará salvo.”
Bem sabes as portas com que se protege a vida!
Às vezes, não é só a porta da nossa casa,
Mas muitas outras, de segurança e medo.
Há quem bata à porta do nosso coração,
Na esperança de que nele a ternura cante e se estenda a mesa.
Não deixes que alguém se desiluda e fique de fora.
Lembra-nos que és sempre Tu que bates:
“Olha que eu estou à porta e bato:
Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta,
Eu entrarei na sua casa e cearei com ele e ele comigo.”

(Maria Teresa Frazão)